Contos

Arte da Guerra - Oitavo capítulo

ZunZun Ci, um dos maiores estrategistas que o mundo conheceu, recria aqui sua Arte da Guerra, especialmente para jovens às portas da universidade, na guerra do vestibular. Daí a necessidade de cada um se preparar para o combate. O notável estrategista chinês fala: "há caminhos que devem ser evitados, provas que não podem ser feitas, ordens que não devem ser obedecidas." Não se concentre nos meios a ponto de se esquecer dos objetivos.E tenha sempre em mente a universidade que busca.” Para os jovens, diz: "Se marcar bobeira, vai se ferrar, meu galo!", e "você também vai se ferrar, minha águia!" Este é o oitavo dos 13 capítulos de A Arte da Guerra.

 

  

8. DA CONTENÇÃO 

ZunZun Ci 8. 1.

 

ZunZun Ci disse: Uma disputa em que existem muitas vagas pode ter o mesmo significado de uma disputa por poucas vagas, porque depende do número de candidatos.1

1. Em um vestibular, se existem 100 vagas e 3.200 canditatos, a proporção de candidatos por vaga é de 32. Caso sejam 1000 vagas e 32.000 candidatos, mantém-se a proporção, e isso todo mundo conhece. Se Você não sabia algo tão simples, dá prova de pouco tirocínio e é aconselhável estudar mais.

Cappa, Giles V.1.

ZunZun Ci 8. 2.

 

Disputando então uma vaga contra um grande número de candidatos é mais perigoso do que disputar essa mesma vaga contra um pequeno de candidatos, certo? Pense mais um pouco antes de responder, cabeça de bagre: a resposta depende da qualidade desses poucos candidatos em relação ao grande número de candidatos. Em outras palavras, você tem mais chance de ser aprovado se disputar uma vaga com 1500 candidatos imbecis, mas vai achar mais árduo disputar essa mesma vaga contra cinco candidatos mais inteligentes e preparados do que você.

 

Cappa, Giles V.2.

ZunZun Ci 8. 3.

 

Para assegurar que possa fazer frente a numerosas questões difíceis e continuar de pé, respondendo com acertos, existem manobras diretas e indiretas.1

O impacto da ponta de sua caneta para marcar as cruzinhas na pergunta certa deve ser o mesmo de alguém quebrando o ovo na borda da mesa para fazer um omelete - seguindo a ciência de bem jogar com os pontos fortes e os pontos fracos.

 

1. Chegamos agora a uma das partes mais interessantes do tratado de ZunZun Ci, a discussão do CHENG e do CHI. Não é fácil entender o significado completo desses dois termos, ou torná-los claros para equivalentes em português. Para isso vamos antes avançar alguns comentários especializados. Li Ch`uan: “Encarar a situação é CHENG, esconder-se debaixo da mesa, CH`I”. Chia Lin: “Olhe para a prova de uma maneira normal, evite sinais de pavor ou confiança excessiva. Para assegurar a vitória empregue algumas manobras.” Piao Liang: “Evite manobras dilatatórias, escolhendo o inimigo com táticas controversas, do tipo “uni-duni-tê sa-la-me-nin-guê um sorvete co-lo-rê o escolhido foi vo-cê”. Mei Yao-ch`en: “CH`I é ativo, CHENG passivo; mas passividade no sentido peculiar de esperar o momento exato para responder a uma questão cujo significado ainda é obscuro, ou seja, cuja resposta você desconhece, ou até mesmo questões diante das quais você não sabe nem mesmo o que se está perguntando. Só quem entende a pergunta dá boa resposta. De onde se deduz que responder sem entender bulhufas leva ao fracasso. Além do mais, cretinos semeiam iscas nas provas. Porque CHENG pode também ser CH`I e CH`I pode ser CHENG. Lembra o famoso feito de Han Hsin, que avançando ostensivamente contra Lin-chin (agora Chao-i , no Shensi) subitamente atravessou o Rio Amarelo em jangadas enfeitadas com flores, desconcertando seu inimigo, que julgou que ele queria lhe dar um presente de aniversário [Ch`ien Han Shu, ch. 3.] Nesse caso, o avanço sobre Lin chin era CHENG e a manobra imprevista era CH`I”. Chang Yu faz a seguinte observação: “Estrategistas militares não concordam em relação ao significado de CH`I e CHENG. Wei Liao Tzu [4th cent. B.C.] diz :’vestibulandos bem preparados preferem ataques frontais, mal preparados, lenga-lenga.”    Ts`ao Kung diz :  “comece logo a responder. Nada de começar uma prova com longos exercícios de taiqiquan ou de yoga, plantado sobre a mesa do fiscal da prova, ou pedidos de auxílio aos céus. Prefira o CHENG, quando o CHENG não estiver disfarçado de CH`I. Se o CHENG aparecer disfarçado de CH`I, deixe esse CHENG-CH`I e ataque de CH`I que na verdade é CHENG. Os estrategistas chineses observam que os dois são mutuamente intercambiáveis e se mostram como dois lados de um círculo. Um comentário do imperador Tang T`ai Tsung vai direto ao ponto: “Uma manobra CH`I pode ser CHENG, se o inimigo [questões da prova] acham que é CHENG. Assim o ataque verdadeiro será CH`I, e vice-versa. Todo o segredo está em confundir o adversário, assim, o quadradinho ao lado da questão não poderá detectar nossa verdadeira intenção”. Em outras palavras: qualquer ataque ou operação é CHENG, se nela o inimigo tem a atenção fixa; Se o inimigo acha que se trata de um movimento deflagrado para parecer CH`I, torna-se CHENG.

Cappa, Giles V.3,4.

 ZunZun Ci 8. 4.

II. Estude e tente conhecer os diversos tipos de provas.

III. Observe o tipo e a disposição de perguntas, segundo cada prova, e a partir daí imagine o conjunto. 1 Procure descobrir os pontos em que você é forte e os pontos em que você é fraco. Mantenha os forte, fortes; transforme os fracos em fortes.

Cappa, Giles VI.23.

ZunZun Ci 8. 5.

IV. Ponha-se à prova sabendo quais são seus pontos fortes e quais seus pontos fracos na prova.  Compare as qualidades das provas de vestibular anteriores com suas próprias qualidades. Assim você saberá onde há abundância e carência de bons julgamentos.

Cappa, Giles VI.24.

 

 

ZunZun Ci 8. 6.

 

Em qualquer ocasião, o enfrentamento direto pode ser usado durante a batalha, mas métodos indiretos são necessários para assegurar a vitória.1

1. Chang Yu diz: “Empregue táticas indiretas sólidas, seja atacando primeiro as perguntas mais fáceis, ou começando do fim para o começo, como forma de estímulo.” Um exemplo brilhante de “táticas indiretas” foi a daquele vestibulando, Lin Jiao, que acampou na frente da Universidade do Perfume Sereno, no Xaanxi, três meses antes, com a desculpa que iria travar amizade com as questões mais difíceis.

Cappa, Giles V.5.

ZunZun Ci 8. 7.

 

Táticas indiretas, aplicadas com eficiência, são inexauríveis, como Céu e Terra, intermináveis como os rios e torrentes; como o sol e a lua, acabam, mas recomeçam; como as quatro estações, que vão embora, mas retornam.1

Não há mais que cinco notas musicais, mas as combinações dessas cinco possibilitam mais melodias que um ouvido consegue ouvir.

Não há mais do que cinco cores primárias (azul, amarelo, vermelho, branco e preto) e sua combinação é capaz de produzir mais nuances que os olhos possam enxergar.

Não há mais do que cinco gostos cardeais (azedo, ácido, salgado, doce, amargo), mas suas combinações permitem um número maior de pratos que um homem consegue saborear.

Na batalha, não há mais do que dois métodos de ataque: o direto e o indireto; ainda assim essas duas combinações permitem uma infinita série de manobras.

 

1. Tu Yu ae Chang Yu entendem isso como permutações de CH`I e CHENG. Mas aqui ZunZun Ci não está falando de CHENG, a não ser, de fato, que suponhamos como Yu-hsien. Para ele, um entrecho pode ter se perdido. Naturalmente, como dito antes, os dois são intrincados em qualquer operação, e não podem ser considerados isoladamente.

Cappa, Giles V.6-10.

ZunZun Ci 8. 8.

 

Essas forças são mutuamente produtivas e agem entre si [exemplo: responda uma questão, pare, pense um pouco, olhe de soslaio para a pergunta seguinte, pensa mais um pouco, finja que está consultando a hora no relógio, e pronto: marque a opção comum xis]. Na prática isso significa uma cadeia de operações, da qual não se consegue no início ver o fim, a não ser que se comece a responder pelo fim para chegar depois ao início, que é o fim. É como um círculo móvel – parece que nunca vai chegar ao fim. Quem pode exaurir as possibilidades de sua combinação?

 

Cappa, Amiot, Giles

ZunZun Ci 8. 9.

 

Por seu ímpeto, as torrentes aluem os rochedos; é pelo olhar que o falcão mede distância que o separa da presa; é pelo estudo que o vestibulando dá sempre a resposta correta.1

1. A língua chinesa aqui é manhosa e a palavra chave usada neste contexto desafia qualquer esforço do tradutor. Tu Mu define essa palavra como “cálculo ou estimativa da distância.” Mas essa palavra parece não ser a mais adequada. Aplicada à definição do falcão, parece denotar a parte instintiva da “AUTOCONTENÇÃO”, que impede o pássaro de se fazer notar pela presa, até que chegue o momento exato de partir para o ataque. O vestibulando precisa ter uma qualidade análoga, começando a responder só na hora certa. Muito vestibulando perdeu a batalha, por querer comprar a prova no mercado negro para responder antes. Finalmente, a hora certa não é apenas aquela marcada pelo relógio ou o sinal de partida indicado pelo fiscal de plantão. Há também o relógio interno do vestibulando, que em vez de tique-taque emite um som que só ele pode escutar.

Cappa, Giles V.12,13.

ZunZun Ci 8. 10.

 

Assim o bom vestibulando vai ser terrível nas suas respostas e pronto em suas decisões.1

1. A palavra  “decisão” refere-se à mensuração da distância entre o conhecimento acumulado pelo vestibulando e o quadradinho da resposta correta nos testes de múltipla escolha. Pode ser que ZunZun Ci também esteja usando a palavra no sentido figurado, significando em português “curto e grosso”, ou seja, responder curto e grosso a pergunta. CF. observa Wang Hsi, ao descrever o modo de ataque do falcão: “Trata-se apenas de como o “momento psicológico” é importante, como se existisse um instante mágico em que os neurônios regurgitam no cérebro o saber acumulado ordenam que os dedos que segurando a caneta se contraiam e manobrem para marcar a resposta certa.

Cappa, Giles V.14.

ZunZun Ci 8. 11.

 

Energia é o retesar do arco de todo o conhecimento adquirido antes; decisão é soltar as setas das boas respostas.1

1. Nenhum dos comentaristas consegue compreender bem a energia e força contida no arco retesado até o momento em que os dedos liberem a seta, que atingirá o alvo.

Cappa, Giles V.15.

ZunZun Ci 8. 12.

 

No meio da confusão e tumulto da batalha parece haver desordem, mas, absolutamente, não se trata de desordem; no meio do caos e da agitação, seu empenho pode se turvar, mas assim mesmo esclareça que seu objetivo é a vitória. 1

1.Mei Yao-ch`en diz: mesmo depois de tudo organizado dentro da sala de aula, encerrado o período de explicações, reações inesperados fazem-se presentes. Mas isso tudo realmente não significa realmente desordem.

Cappa, Giles V.16.

ZunZun Ci 8. 13.

 

Simular desordem indica perfeita disciplina, simular medo, coragem ; simular fraqueza, força.1

1.Para traduzir de forma inteligível, precisamos voltar ao paradoxo contido no original. Ts`ao Kung dá uma pista do significado em nota breve :  “Tudo isso serve para Você esconder o quanto está preparado para o combate”. Mas ele mesmo pergunta: “ E daí? Pra quê? Ninguém vai se comover com sua tristeza e guindá-lo ao primeiro lugar da lista dos aprovados sem fazer prova.” Tu Mu aproxima-se da interpretação correta: “Muitos, apesar de bem preparados, dizem que não sabem nada. Existem duas explicações possíveis: ou querem que as outras pessoas se desmobilizem, enganadas por falsas aparências, ou compartilham a idéia de que o ser humano é um grão de areia, dentro do Oceano do Conhecimento Possível.”

Cappa, Giles V.17.

ZunZun Ci 8. 14.

 

 

Assim sendo, ocultar a coragem sob o manto da desordem é uma questão de foro íntimo;1 esconder a coragem sob o véu da timidez pressupõe um fundo latente de energia; 2 mascarar a força com fraqueza revela disposições táticas.3

1. Ver acima, ss. 1.

2 Os comentaristas sabem muito bem que a palavra chinesa tem um significado específico. Por isso Tu Mu diz: "se estamos bem preparados e dizemos que não estamos, ou queremos criar certo mistério ou queremos sublimar a frustração de erros de cálculo”.

3. Chang Yu relata a seguinte história de Kao Tsu, o primeiro imperador Han: “Querendo derrotar Hsiung-nu, enviou espiões para conhecer suas condições. Mas Hsiung-nu, bem esperto, deixou bem à mostra numerosos soldados feridos, montados em cavalos esqueléticos. Os espiões voltaram e disseram para o Imperador atacar. Mas Lou Ching se opôs, dizendo: “quando dois países entram em guerra, naturalmente cada um gosta de ostentar sua força. Acontece que os espiões perceberam apenas gente doente e cavalo magro. Trata-se, certamente, de um estratagema do inimigo.” Assim mesmo, o Imperador, não aceitando esse conselho, atacou, caindo na armadilha, e foi cercado em Po-teng”.

Cappa, Giles V.18.

ZunZun Ci 8. 15.

 

Se sabe que a prova será fácil, melhor criar a expectativa de que será difícil. E na hora H, vai com tudo, para ficar melhor situado na média final. 

Sendo assim, multiplica as facetas de um problema e tente resolvê-lo. Mas não multiplique demais, para não virar obsessão, com caraminholas na cabeça.

1. Ts`ao Kung’s observa: “Quem tem confiança em excesso está ferrado”. Tu Mu diz: “Se você acha que é o bom e o tal, baixe a crista e prepare-se com método e disciplina.” 

Cappa, Giles V.19,20.

ZunZun Ci 8. 16.

 

O hábil vestibulando faz uso de seus cinco sentidos e não de apenas de um. De nada se lamentar depois, dizendo que não viu essa ou aquela questão, que estava distraído no dia em que o professor tratou de determinado tema, que ficou distraído com um perfume da dama ao lado, esquecendo-se de que estava ali para prestar vestibular e não para descobrir a gradação do olfato.

1. Tu Mu diz :  “aprende a ver também com o coração."

Cappa, Giles V.21.

ZunZun Ci 8. 17.

 

Quando utilizar uma energia combinada, seu espírito guerreiro será como pedras e troncos morro abaixo. Porque a imobilidade do tronco ou da pedra é própria da frente. 1

Se a pedra tiver muitas arestas, imobiliza-se; Se redonda, rola.

E pedra que rola não cria musgo.2

1. Ts`au Kung chama "o uso natural de poderes inerentes."

2. Assim, há necessidade de exercícios. Tu Mu diz: “sem exercícios, os sonhos enferrujam; os desejos mofam; as idéias pegam reumatismo; os planos tornam-se cavalos mancos em um campo verde”.

Cappa, Giles V.22.

ZunZun Ci 8. 18.

 

O exame do vestibular deve ser moldado pelo vestibulando como uma pedra redonda que rola. Com boa preparação do corpo e da mente, será mínimo o esforço para empurrar a pedra, mas os resultados serão maravilhosos. 1

1. A principal lição desse capítulo, segundo Tu Mu, é de grande importância no vestibular. Muitas pessoas exercitam a mente, mas se esquecem das relações que o corpo tem com o espírito, e vão perrengues, mancos ou obnubilados para o combate. Uma preparação da mente e do corpo significa que grandes resultados podem ser obtidos com menos esforço. Ts`au Kung adverte porém que isso nada tem a ver com a chamada “lei do menor esforço”.

Cappa, Giles V.23.

 

ZunZun Ci 8. 19.

 

Conhecendo antecipadamente onde e quando vai acontecer a prova, devemos nos concentrar à distância para a luta.1

Muita atenção tem ser dada quando as batalhas são muitas e em diversos lugares. Caso se inscreva em duas ou três universidades diferentes e as datas são muito próximas, não vá dispersar suas energias nem vá se preocupar com essa dispersão. Concentre-se, antes de tudo, para a batalha, cada uma no seu tempo e lugar.2

1. O que ZunZun tem em mente não é o cálculo das distâncias entre sua casa e o local da prova, se bem que seja importante se precaver. Ele está preocupado com a distância entre o seu conhecimento de conteúdos e o conhecimento exigido pelas provas. Coisas distintas, portanto. A partir dessas diferenças, calcule o quanto falta para aprender. Empregue uma estratégia do uso do tempo livre, para diminuir a distância, com estudos de conteúdos novos e exercícios para manter o que já foi aprendido.  

2. A língua chinesa, nesta última sentença, carece de precisão. A imagem mental requerida é a de um exército de vestibulandos, cada um saindo de lugares diferentes para se congregar num ponto único, com data e horário fixados. Você é um, mas, pelo conhecimento, deve agir como muitos na hora da prova. Porém, se marcou dois vestibulares no mesmo dia, em duas universidades diferentes, uma no sul e outro no norte, a milhares de lis de distância uma da outra, vai ser muito difícil se dividir para estar nos dois lugares. E diante dessa impossibilidade, caso se concentre numa delas, não pense que vai ser aprovado na outra, onde não fez a prova. É uma questão de lógica. E de justiça.

 

Cappa, Giles VI.19,20.

ZunZun Ci 8. 20.

 

Não procure saber tudo de tudo, achando que conhecimento é quantidade. Às vezes, saber muito sobre o inútil é prejudicial. Saber um pouco sobre o que deve ser sabido é um bom começo. Melhor ainda é saber muito sobre um pouco, caso esse “pouco” abranja o necessário. Saber muito sobre o muito é o ideal, caso esse muito seja necessário.

1. Chang Yu foi o único a apontar uma discrepância nessas palavras. No capítulo de disposições táticas aparece: “Todo vestibulando deve CONHECER, como conquistar, sem ainda estar apto para CONSEGUIR fazê-lo. A explicação é que ninguém vai para uma prova com a certeza absoluta de sair vitorioso.

Cappa, Giles VI.21.

ZunZun Ci 8. 21.

 

Conheça o tipo de inimigo [prova] que você tem pela frente e então será mais fácil batê-lo. Tipo de pergunta, tipo de conteúdo, tendências táticas e estratégicas, tudo isso pode ser conhecido através dos macetes da experiência real e dos simulados.1

1. Uma alternativa de leitura oferecida por  Chia Lin é: "Conhecer antecipadamente a prova seria o melhor, mas isso seria injusto e ilegal. Melhor então conhecer seus esquemas táticos através de simulações. "

Cappa, Giles VI.22.